Pequeno Blog de Apoio Escolar,E também De Alguma Diversão

11
Abr 14

 

 

O modo como uma criança se percepciona resulta, em larga escala, do que as restantes pessoas lhe transmitem. A capacidade da criança realizar um julgamento eficaz de si e das suas capacidades é reduzida, e depende das pessoas que lhe são significativas, e que funcionam como "espelho", nos olhos de quem a criança se percepciona. Deste modo, os pais são, geralmente, os principais "espelhos" da criança, e vão ter um papel fundamental na forma como se percepciona, e confia nas suas capacidade. Ao termos consciência da importância que possuímos no desenvolvimento da auto-estima da criança, importa reflectir sobre o que lhes estamos a transmitir. Tal porque se, predominantemente, a criança receber reflexos positivos com maior frequência, a sua auto-estima tenderá a ser alta. No sentido inverso, se recebe com maior frequência feed-back negativo, tenderá a possuir uma imagem negativa de si própria .
Cabe então aos adultos a tarefa de valorizar o que de bom a criança realiza, as suas qualidade e, mesmo nas actividades em que possuí mais dificuldades, transmitir-lhes a esperança de serem bem sucedidas.
Quando existe uma boa identificação parental, as crianças crescem tendo os pais como modelos a seguir. Porém, pode ser difícil para uma criança acreditar que poderá ser um dia como aquele ser perfeito que o pai e/ou a mãe aparenta ser. É muito salutar que os adultos também admitiam quando cometem erros, e que o façam junto das crianças. Elas também necessitam saber que os adultos não são perfeitos, tal como ela (criança) não o é. Deste modo, os adultos podem ajudar a criança a aprender que errar é natural, todos o fazem, não apenas ela, e que existe sempre a possibilidade de, na próxima vez, procurarem melhorar.
O elogio serve como uma poderosa ferramenta, ao serviço dos pais, no que se refere à auto-estima da criança. O Elogio, atribuído quando a criança tenta realizar algo (elogiar as tentativas, não apenas os sucessos), faz com que ela se sinta importante, valorizada, e capaz de realizar novas conquistas. Além de permitir que a criança acredite que é capaz de realizar algo que o adulto valoriza e respeita, este sentimento de confiança em ser bem sucedida acompanha-a para o resto da vida.
Deste modo, mesmo quando o sucesso não for alcançado, o elogio pela tentativa, associado à esperança que o adulto lhe transmite que da próxima vez poderá ser bem sucedida, permite à criança acreditar em si e nas suas capacidades, ajudando-a a lidar com as frustrações de forma mais eficaz. É importante que as tarefas a que a criança se propõe sejam adequadas à sua faixa etária, para assim ter verdadeiras hipóteses de ser bem sucedida. Assim, deve-se procurar estabelecer metas realistas e adequadas à sua idade, dando à criança oportunidades de desenvolver-se, sem incorrer no erro de protecção em excesso, nem de a pressionar além das suas limitações naturais.
Os adultos podem (e devem) igualmente promover a interacção social em diferentes contextos, e fomentar o questionar e o exame de qualquer problema que seja levantado pela criança. Existe valor em trabalhar com os interesses intelectuais espontâneos da criança e, para o desenvolvimento moral dela, é igualmente valioso lidar com as questões morais que surgem no dia-a-dia. As crianças fazem as perguntas com mais significado que possamos imaginar, resta-nos estar atentos e, com ela, as procurarmos aprofundar. Não com a postura de sabedores da verdade universal, mas ouvindo os pontos de vista das crianças, expondo os nossos, explorando e descobrindo em conjunto.
Ao contrário do que frequentemente acreditamos, é possível envolver a criança na discussão e partilha de questões morais. E é neste ouvir e partilhar de argumentos com outras crianças e adultos que ela experiência desequilíbrios cognitivo, que a levam a colocar em causa os seus conceitos e a conduzir a uma nova reorganização dos mesmos. Este conflito (cognitivo) é fundamental para a reestruturação do raciocínio e para o desenvolvimento mental.
Torna-se necessário realizar um "aviso" sobre os típicos rótulos e etiquetas que costumamos atribuir à criança: são de evitar. Como anteriormente referido, as crianças procuram nos adultos significativos espelhos que lhes ajudem a moldar a sua imagem. Essa imagem convém que seja positiva e, quando não o for, convém que transmita sempre a possibilidade de mudança para melhor. Os rótulos não transmitem a ideia de mudança e, ao invés disso, contribuem para que a criança se percepcione e, por consequência, se comporte de acordo com os rótulos que os adultos lhes transmitem. Se desde uma fase precoce da sua vida a criança começa-se a identificar com apelidos como o de burra, preguiçosa, entre outros, vai crescer a acreditar que o é.
A lembrar:
◦ É importante permitir às crianças a livre expressão dos seus sentimentos, mesmo os negativos. Por vezes, desvalorizamos sentimentos muito fortes das crianças, com expressões como "não se chora", ou "isso não é nada". Se a criança sente, é porque tem razões para isso, e é importante validar esses sentimentos e permitir-lhe que os partilhe connosco.
◦ Nem sempre é possível mas, quando for apropriado, permita que as crianças tomem as suas próprias decisões. Pode-se, por exemplo, pedir que opinem sobre questões como onde ir passear, que actividade realizar, entre outras. Tal faz com que se senta importante, valorizada e respeitada.
◦ Tal como os adultos, as crianças também apreciam (e merecem) que respeitem os seus espaços e limites. Expressões como "com licença" e "obrigado" podem ajudar a que a criança se sinta confiante e respeitada.
◦ Ouvir as crianças. Mesmo nos momentos em que sentimos pressa, é importante parar para ouvir e valorizar o que a criança nos transmite. Quando tal não é possível, é preferível explicar que será melhor falar sobre esse assunto mais tarde. Mas, mal seja possível, aborde novamente a questão junto da criança.
◦ Elogie-as com frequência, mas quando e onde o merecerem. Os elogios são uma óptima ferramenta para a construção da auto-estima, mas só quando atribuídos pelo mérito, e de forma coerente. Mais do que o resultado, reforce o esforço da criança para ser bem sucedida.
◦ É frequente em nós, adultos, esquecermo-nos de que já fomos crianças, e de que a sua forma de entender e percepcionar o mundo é muito diferente da do adulto. Procure empatizar com a criança, e perceber como ela se sente em determinado momento. Deste modo, será para nós mais fácil entender o seu ponto de vista e, assim, lidar com ela.
◦ Partilhe com os seus filhos os seus gostos, o que valoriza e o que ama.
◦ Enquanto modelo para as crianças, transmita e seja entusiasta, positivo e alegre.
◦ Ao reencontrar o seu filho após um dia de trabalho, experimente perguntar pelas coisas boas do seu dia, o que mais gostou, o que valorizou. De seguida, expresse-lhe igualmente o que mais gostou do seu dia.
◦ É sempre positivo interessar-se pelos pequenos êxitos das crianças, e "perder" alguns minutos a elogiar as primeiras tentativas no caminho certo.
◦ O nosso cansaço, muitas vezes resultado de um dia de trabalho, pode potenciar momentos em que "descarregamos" nas crianças de forma descontextualizada e injusta. É necessário avaliarmos o nosso estado e, quando necessário, recorrer ao parceiro para que lide com determinadas situações, resguardando o adulto mais cansado (e a criança).
◦ Esta é uma verdade que deve ser aplicada para todas as crianças mas que, torna-se mais relevante quando se trata de irmãos: o recorrer às comparações para repreender ou fazer a criança ver qual o comportamento desejável não é uma boa estratégia pedagógica. Não é positivo para nenhuma das crianças, e há sempre alguma que fica prejudicada com a situação.
◦ Termina-se com uma proposta: uma vez por dia (no mínimo), elogiar algo bem feito de cada criança, com naturalidade e no momento em que a criança realiza o comportamento alvo do elogio.
Publicada por Psicólogo Bruno Pereira Gomes
publicado por Lara Marques às 10:00

09
Abr 14

Bom dia caros leitores aqui ficam estas atividades para o 1º dia de aulas,espero que gostem.

 

 

publicado por Lara Marques às 10:00

07
Abr 14

 

 

Você já analisou qual a finalidade do dever de casa para os seus alunos?
É preciso passar para os alunos o propósito e a importância dessa atividade.
O dever de casa é um excelente apoio e fixação dos conteúdos dados em classe. Fazendo dever de casa, a criança estará fixando os conteúdos dados em classe. É preciso também conscientizar os pais que auxiliem seus filhos no dever de casa que incentivem com elogios, para que a auto-estima da criança cresça e ela apresente um rendimento melhor. No caso do maternal, é importante frisar aos pais que não é necessário pegar na mãozinha da criança para que ela passe por cima do pontilhado de maneira correta. Cada criança tem um desenvolvimento e este deve ser respeitado e estimulado positivamente pelos pais e pelo professor.

publicado por Lara Marques às 10:24

21
Mar 14

O Descobrimento do Brasil - Atividades

 

 

publicado por Lara Marques às 10:00

17
Mar 14

Deixo aqui uma pequena história sobre a Água espero que gostem.

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Lara Marques às 10:00

03
Mar 14

 





Hoje aprendemos a traçar circunferências com o compasso. e vimos a diferença entre circunferência ecírculo.
Uma circunferência é uma linha curva fechada em que todos os pontos estão à mesma distância de um ponto a que se chama centro (O) da circunferência.
Este centro (O) pertence ao círculo definido pela circunferência mas não pertence à circunferência.




círculo é o espaço do plano que fica limitado pelacircunferência.

Na circunferência pode-se traçar outros elementos:





o raio [CO] - segmento de recta que tem por extremos o centro e um ponto da circunferência.





a corda [AB] - qualquer segmento de recta que tem por extremos dois pontos da circunferência

o diâmetro [CD] - uma corda que contém o centro da circunferência.



Comparámos o raio com o diâmetro e descobrimos que:


  • O raio é a metade do diâmentro.

  • O diâmetro é o dobro do raio
publicado por Lara Marques às 10:00

17
Fev 14

 

 

A melhor maneira de estar preparado para uma prova é estudando o conteúdo a ser abordado. Entretanto você não pode se dar o luxo de tirar um zero em um teste só porque não estudou e nem se quer prestou atenção na aula. Não existe mágica no estudo de qualquer maneira você precisa ter antes prestado atenção à aula para que  você desenvolva algumas práticas capazes de ajudá-lo em uma prova mesmo sem as longas horas de estudo que em geral são necessárias.
Saiba que é possível diminuir a necessidade do pós estudo com simples técnicas a serem praticadas na sala de aula, durante as aulas. No entanto, é fundamental que você esteja comprometido com a matéria e, mais que isso, não tente eliminar o estudo da sua vida de maneira permanente. Essas técnicas ajudam, mas, se usar apenas estes métodos com toda certeza você se tornará um estudante mediano ou como muitos costumam dizer medíocre. Confira abaixo algumas dicas úteis para ajudá-lo em seus estudos:

1. Faça perguntas a você mesmo

 

Quando você está aprendendo algo, pode fazer associações simplesmente perguntando algumas coisas a si mesmo. Seja criativo, encontre diferentes pontos e referências na matéria e tente relacioná-los com ideias e conceitos fáceis de serem lembrados. Pense em perguntas como “de que maneira essa informação se relaciona com a minha vida?” ou “Como isso pode se relacionar com outros conceitos e matérias?”

2. Faça diagramas para auxiliar em sua visualização

Uma das melhores maneiras de começar a praticar é fazendo ligações visuais e diagramas com todas as informações que você tem. Montar tabelas e diagramas tem mais poder de associação do que simplesmente tomar notas durante as aulas. Conforme você pegar prática nisso, vai ser capaz de montar diagramas completos antes mesmo de colocá-los no papel. A visualização vai ajudá-lo a criar ligações entre diferentes conceitos dentro de uma mesma matéria

3. Utilize metáforas

Transforme os conceitos em metáforas que você realmente entenda. Criar conceitos mais exagerados vai ajudá-lo a buscar as informações de maneira mais rápida dentro daquilo que você já aprendeu. A metáfora poderá ajudá-lo na conexão com ideias distintas.

 

4. Use sua sensibilidade, sinta os conceitos

 

Embora seja confuso entender essa prática, fazendo um esforço essa brincadeira pode ajudar. Basicamente  ligue os conceitos a um sentimento. Pense em como você se sentiria caso vivesse em determinada época que está estudando, ou qual seria a sensação de acertar de primeira o resultado de uma equação complicada. Coisas desse tipo. Infelizmente nem todos são capazes de usar esta técnica, mas quem consegue tem bons resultados.

5. Faça conexões forçadas


Se nenhuma das dicas parece ter efeito alguma diferença para você, uma boa saída é forçar conexões absurdas entre conceitos que dificilmente se relacionariam. Dessa maneira você fixa a ideia de maneira automática, trazendo à mente um conceito logo que pensa no outro. Tente ligar, por exemplo, conceitos matemáticos com nomes de filmes e animais ou períodos históricos e times de futebol. Pensando em um o outro virá automaticamente para a sua memória.
Então é isso, você pode perceber que não é mágica, antes de mais nada é preciso estar muito atento ao que o professor está passando em sua aula ou nada disso será possível.
publicado por Lara Marques às 10:00

12
Fev 14

São alguns cartazes para trabalhar o Amor,espero que vos seja útil.

 

 

publicado por Lara Marques às 09:54

31
Jan 14

 

Estudos independentes, feitos em diversos países, chegaram a uma importante conclusão: a participação dos pais na vida dos filhos traz inúmeras consequências positivas, como melhora do rendimento escolar e a de pessoas mais seguras, equilibradas
e conscientes.
Os educadores concordam que essa participação é benéfica para todos, mas que ela é difícil mesmo em que apoiam essa integração.
Os pais, por sua vez, são unânimes em reconhecer a importância dessa participação, e gostariam, sim de participar mais.
Mas não basta querer - é importante agir e fazer isso acontecer.
Essa bandeira já está de pé, e agora é sua vez de agir.
Seja um embaixador da causa, ajude a divulgá-la, participe das  e faça ouvir a sua voz.

 

publicado por Lara Marques às 11:06

21
Jan 14

Aqui ficam algumas atividades com canções para o 1º período,espero que vos seja útil.

 

 

 

 

 

 

publicado por Lara Marques às 16:32

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